Privacidade
Esta página diz o que fazemos com os dados de quem nos contacta. Está escrita para ser lida — não para nos proteger de si.
Quem somos
Clareza Selvagem, Lda · NIPC 519 536 460 · Rua das Murças 78, Sala 3, 9000-058 Funchal, Madeira, Portugal.
Para qualquer assunto sobre os seus dados: clarezaselvagem@clarezaselvagem.com, ou +351 961 122 701 — o mesmo número no WhatsApp. Respondem as pessoas que dirigem a empresa.
Quando somos responsáveis pelos dados, e quando não somos
Pelos dados de quem nos contacta — proprietários, curiosos, quem nos escreve por qualquer razão — os responsáveis somos nós, e é disso que esta página trata.
Pelos dados dos hóspedes das casas que exploramos, o responsável somos nós: vendemos a estadia em nome próprio, e é a Clareza que determina as finalidades e os meios. O proprietário não recebe dados de hóspedes, salvo os estritamente necessários a reclamar um dano. Há uma exceção: as comunicações que a lei reserva ao titular do registo — boletins de alojamento, estatística e taxa turística — são obrigação dele, e aí agimos por sua conta. Estas regras estão no contrato de cessão e no seu Anexo E, não aqui.
O que recolhemos
- O que nos escreve ou diz: nome, o contacto que usar, e o que decidir contar-nos sobre a sua propriedade.
- Se usar um formulário do sítio: nome e contacto; opcionalmente a morada do imóvel e o link do anúncio. Guardamos também o idioma e a página onde o preencheu, para saber a que responder.
- As conversas de WhatsApp e as chamadas para o nosso número.
- Registos técnicos de quem aloja este sítio — endereço IP, hora, página pedida — gerados para o servir e para segurança, e a medição de audiência agregada descrita abaixo. Não os usamos para o seguir.
Cookies e medição de audiência
Não há cookies neste sítio. Não há pixels de publicidade, botões de redes sociais nem perfis que o sigam de um sítio para outro.
O sítio guarda no seu navegador duas chaves técnicas, e só duas: cs-film-warm, que evita carregar o filme duas vezes e desaparece quando fecha o separador; e cs-analytics, que só existe se carregar no botão abaixo para não ser contado — guardá-la é a forma de respeitar essa escolha.
Medimos a audiência de forma agregada com as ferramentas do fornecedor que aloja este sítio (Vercel Web Analytics e Speed Insights). Por cada página vista registam: a página e o idioma, a página de onde veio, o país e a região, o tipo de aparelho, o sistema e o navegador, e a rapidez com que a página carregou. Não guardam o seu endereço IP nem qualquer identificador seu: a visita é associada a um código derivado do pedido, que expira ao fim de 24 horas e não permite reconhecê-lo noutro sítio nem noutro dia. Nós só vemos totais.
Para quê: saber que páginas e idiomas são lidos, de onde chegam os visitantes e se o filme carrega bem nos telemóveis. Fundamento: interesse legítimo (art. 6.º/1/f do RGPD) — medição da audiência do nosso próprio sítio, sem perfis, sem publicidade e sem cruzamento com outros sítios. Pode opor-se aqui mesmo, com o botão abaixo, e respeitamos também o sinal Global Privacy Control e o Do Not Track do seu navegador.
Estes totais são tratados pela empresa que aloja o sítio, nos Estados Unidos, ao abrigo de cláusulas contratuais-tipo (ver «Fora do Espaço Económico Europeu»); a janela de relatório que utilizamos é de 12 meses.
A medição não tem nome nem número, e é por isso que o interruptor está aqui e não numa conversa: se nos escrever a pedir para não ser contado, não temos como o encontrar nos totais. Para o que tem nome — o que temos sobre si, apagar, deixar de o contactar — fale com a equipa (ver «Os seus direitos»).
Neste navegador, a sua visita está a ser contada.
A escolha vale para este navegador e este aparelho; noutro, repita-a.
Para quê, e com que fundamento
| Para quê | Fundamento |
|---|---|
| Responder-lhe e preparar uma proposta | Diligências pré-contratuais a seu pedido — art. 6.º/1/b do RGPD |
| Contactá-lo por termos encontrado o seu alojamento num registo público | Interesse legítimo — art. 6.º/1/f. Pode opor-se a qualquer momento, e basta dizê-lo |
| Faturar e cumprir obrigações fiscais | Obrigação legal — art. 6.º/1/c |
| Manter o registo de quem pediu para não ser contactado | Obrigação legal e interesse legítimo — é o que impede que voltemos a contactá-lo |
Se fomos nós a contactá-lo primeiro
Quando o contactamos sem nos ter escrito antes, os seus dados não vieram de si: vieram do Registo Nacional de Alojamento Local (RNAL), o registo público do Turismo de Portugal, consultado na data indicada nesse primeiro contacto. Dele tiramos o número de registo, o nome do titular, a morada do estabelecimento e o contacto profissional. Quando o telefone não está no registo, vem da presença pública do próprio alojamento — o seu sítio, o anúncio, as redes — nunca de listas compradas.
Fazemo-lo por interesse legítimo (art. 6.º/1/f do RGPD): apresentar um serviço de exploração de alojamento local a quem exerce a atividade a que ele se destina. O teste de ponderação está escrito e enviamo-lo a quem o pedir. Dizemos isto no próprio primeiro contacto, como manda o art. 14.º/3 do RGPD.
- A oposição ao contacto comercial é absoluta e imediata (art. 21.º/2 do RGPD): basta dizê-lo, em qualquer canal, e paramos em todos.
A Clara é uma inteligência artificial
A Clara é a nossa assistente e é uma inteligência artificial. Diz-lo no fim da primeira resposta de cada conversa — apresenta-se como assistente virtual — e sempre que lhe perguntem se é uma pessoa. Quando a equipa assume a conversa, também o diz. É o que o art. 50.º do Regulamento (UE) 2024/1689 exige, e é o que faríamos de qualquer maneira.
O que escreve à Clara é processado por um modelo de linguagem para gerar a resposta. Esse processamento acontece em centros de dados na Europa — na União Europeia e também na Suíça — e o fornecedor está contratado numa modalidade que não usa o conteúdo para treinar modelos nem o conserva depois de responder. As conversas dos seus hóspedes não saem da Europa.
O que é sensível passa para uma pessoa da nossa equipa.
Quem mais toca nos seus dados
A cadeia tem dois degraus e é curta. A Clareza contrata a Eclipse Alquímico, Lda (NIPC 519 538 021), que opera a plataforma, ao abrigo de contrato com anexo de proteção de dados próprio. Os fornecedores de alojamento, de inteligência artificial e deste sítio respondem perante a Eclipse, e a Eclipse perante nós. Por categorias, os seus dados podem passar por:
- Não são nossos subcontratantes, e tratam dados por conta própria: as plataformas de reserva (Airbnb, Booking e análogas) e as autoridades públicas a quem a lei manda comunicar.
- Os subcontratantes que tratam os dados dos hóspedes por conta do proprietário estão nomeados no Apêndice 2 do Anexo E de proteção de dados do contrato de cessão de exploração; o proprietário tem direito a conhecê-los (art. 28.º/2 e /4 do RGPD), é avisado de qualquer alteração com 15 dias de antecedência e pode opor-se com fundamento — e se quiser a lista antes de assinar, peça-a e enviamo-la. Aqui damos as categorias porque é isso que a lei deve a quem apenas lê a página, e porque uma lista de nomes numa página envelhece: a que está no anexo é a que se mantém verdadeira.
| Quem | Para quê | Onde trata |
|---|---|---|
| A plataforma de operação e os canais de atendimento | Eclipse Alquímico, Lda — o fornecedor com quem contratamos | União Europeia |
| O modelo de linguagem que gera as respostas da Clara | Processa o conteúdo das conversas para escrever a resposta — sem treino e sem conservação | União Europeia e Suíça (ver «Fora do EEE») |
| E-mail e produtividade | Responder-lhe e guardar o histórico da conversa | Espaço Económico Europeu |
| Mensagens | O canal de WhatsApp | EEE (Irlanda), com transferências dentro do grupo cobertas por cláusulas-tipo |
| Pagamentos | Cobrar as quantias que nos são devidas | EEE / EUA — cláusulas-tipo |
| Alojamento deste sítio e medição de audiência | Servir estas páginas, receber os contactos aqui deixados e contar as visitas em agregado | Empresa dos EUA, com região de alojamento na UE — cláusulas-tipo |
Fora do Espaço Económico Europeu
A regra é tratar dentro do Espaço Económico Europeu, e é o que acontece com a plataforma, com os canais e com o e-mail. Os pontos que saem dele são estes, e dizemo-los porque declarar a menos é pior do que declarar a mais:
- O modelo que escreve as respostas da Clara pode processar em centros de dados na Suíça, além dos da União Europeia. A Suíça está em Europa mas fora do EEE; a Comissão Europeia reconheceu-lhe um nível de proteção adequado (art. 45.º do RGPD), pelo que a transferência é lícita e não carece de cláusulas-tipo. Continua a ser uma transferência, e por isso está escrita aqui e não escondida atrás de um «tudo no EEE».
- O alojamento deste sítio e a medição de audiência são de uma empresa dos Estados Unidos, ainda que a região de alojamento seja na UE — coberto por cláusulas contratuais-tipo aprovadas pela Comissão Europeia.
- Os fornecedores de mensagens e de pagamentos podem envolver transferências dentro dos respetivos grupos, também ao abrigo de cláusulas-tipo.
Quanto tempo guardamos
Contamos os prazos a partir do último contacto. Pode pedir o apagamento antes disso, a qualquer momento.
| Situação | Prazo |
|---|---|
| Contactámo-lo e não respondeu | 12 meses após o último contacto; depois apagamos |
| Falou connosco e há conversa em curso | Enquanto durar, mais 12 meses |
| Pediu para não voltarmos a contactá-lo | Apagamos os dados e guardamos, sem prazo, o registo mínimo que impede voltar a contactá-lo — conservar essa linha é a forma de respeitar o pedido |
| Tornou-se cliente | Passa ao regime do contrato; a faturação segue os prazos fiscais |
Os seus direitos
- Aceder ao que temos sobre si, corrigi-lo, apagá-lo, limitar o que fazemos com ele, opor-se, e pedir-nos que lho entreguemos num formato que possa levar para outro lado.
- Como: escreva para clarezaselvagem@clarezaselvagem.com ou diga-o no WhatsApp. Não precisa de fórmula nem de justificação.
- A oposição é sua, não do canal: se disser que não quer ser contactado, deixamos de o contactar em todos os canais — telefone, e-mail e WhatsApp — e não só naquele onde o disse.
- Basta um «pare» ou «não me escrevam mais». Não argumentamos, não perguntamos porquê: confirmamos e encerramos.
- Verificamos essa lista no momento de enviar, e não quando a preparamos, para que um pedido feito de madrugada trave a mensagem da manhã.
- Se achar que tratámos mal os seus dados, pode reclamar à Comissão Nacional de Proteção de Dados (cnpd.pt). Preferíamos que nos dissesse primeiro, mas o direito é seu e não depende disso.